A atual Escola Técnica “Bento Quirino” foi criada em 1917 como Associação Profissional Bento Quirino passando, posteriormente, a Escola profissionalizante Mista, oferecendo os cursos de qualificação básica de Mecânica e Marcenaria para os alunos, e o de Corte e Costura e Prendas Domésticas para as alunas. 

A criação da escola foi independente do poder público em qualquer de suas esferas e decorreu, única e exclusivamente, do benemérito que deu nome à Escola e deixou, em testamento, 1.000 contos de réis para este fim.

Em 1927, o Instituto foi remodelado, e tendo como modelo as escolas profissionais de São Paulo, foi inaugurado, em caráter oficial, pelo governador do Estado, Carlos de Campos, como “Instituto Profissional Bento Quirino”. Somente no final do ano, o novo governador, Júlio Prestes, regulamentou a situação do Instituto que passou a denominar-se “Escola Profissional Bento Quirino”.

Em 1930, diante de um contexto histórico renovador, a escola “Bento Quirino” já apresentava soluções integradas às novas ideias educacionais, pois a preocupação com a prática a distanciava do antigo ensino escolástico, acadêmico e sem vida que marcou o século anterior.

Durante o governo de Lucas Nogueira Garcez, a Escola Industrial foi transformada em Escola Técnica, pela Lei 1154 de 25/06/51.

Em 1978, com base no Parecer CEF nº 45/72, foram implantados os cursos: Habilitação Profissional Plena de Técnico em Contabilidade, Eletrotécnica, Mecânica e Desenho Mecânico, a fim de atender às novas necessidades do mercado de trabalho. Desde então, mesmo com o rigor das matrizes curriculares exigidas pelo parecer citado, a escola vem alterando os currículos dos seus cursos, adequando melhor os conteúdos e metodologistas, objetivando melhorias para capacitar sua clientela.

Em 1994 a escola foi transferida para o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza ( CEETEPS ), intensificando a preocupação com a parte pedagógica e com os anseios da comunidade.

Tendo em vista as diretrizes emanadas pela legislação de ensino, com a nova lei de Diretrizes e Bases, o Decreto 2208/97, que desvinculou o Ensino Técnico do Ensino Médio, bem como, as Diretrizes Curriculares do Ensino Técnico e os Parâmetros Curriculares Nacionais, verifica-se maior flexibilidade para a elaboração dos currículos, possibilitando à Escola, melhor atender às novas tendências tecnológicas de uma sociedade em constante evolução.

Os cursos oferecidos vêm passando por várias transformações curriculares e metodológicas, que consideram sempre como ponto de partida, as necessidades do mundo produtivo, o que possibilita à Escola, oferecer os cursos Técnicos em Eletrotécnica, Eletrônica, Mecânica e Manutenção de Equipamentos Fora de Estrada na área industrial; Técnico em Administração, Logística, Contabilidade na área de Gestão. Dessa forma, a Escola busca o atendimento à clientela e proporcionar formas de capacitação sintonizada com as demandas do mercado, não deixando para segundo plano a preocupação com a formação acadêmica de um cidadão ético, crítico e transformador da sociedade em que está inserido.

 
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